Drogas: sim ou não? (o "NÃO" prejudicial)

Drogas: sim ou não? (o "NÃO" prejudicial)

Sobre o site

Drogas: sim

ou não?

Qual o problema em usar drogas ilícitas?

Isso também é problema nosso!

Contos (o "não" prejudicial na prática)

 

Drogas, como prevenir?

É difícil tentar responder as dúvidas dos jovens de forma convincente sem despertar ainda mais a curiosidade deles e devemos considerar que ultimamente eles têm mais acesso a informação do que os próprios pais, mas a qualidade e o propósito dessa informação nem sempre é bom. Qual a saída então?

Pra que tudo isso?

Objetivos do site

∙Prevenir que jovens experimentem drogas ilícitas;

 

∙Divulgar a ideia do “não” prejudicial imediato;

 

∙Discutir as ideias aqui expostas com o objetivo de aperfeiçoá-las;

 

∙Disponibilizar o material e ideias aqui expostos para profissionais, professores ou pais usá-los como apoio à prevenção primária.

 

 

 

Posições defendidas pelo autor

a) O uso da verdade no combate às drogas ilícitas: afirmações como “as drogas matam” e “drogas fazem mal” só servem para estimular a curiosidade dos jovens;

 

b) O treinamento do “não” prejudicial imediato para prevenção primária: Dizer não para as drogas ilícitas às vezes é muito difícil e às vezes quase impossível;

 

c) Identificação e fortalecimento dos sonhos e objetivos de vida do indivíduo. Quem tem sonhos e objetivos para a vida: não usa drogas ilícitas;

 

d) Ajuda na função humanitária imediata e mediata: O mundo precisa da ajuda de todos, quem usa drogas ilícitas não conseguirá fazer sua parte.

 

 

 

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Concorda? Discorda? Quer acrescentar algo?

Não seja tímido(a): pai, professor, jovem, usuário, policial, avó, traficante, juiz, etc.

Mande um e-mail para Alex Forbettra:

 

 

 contato@drogascomoprevenir.com.br

Um dos principais motivos pelo qual decidi criar o site foi porque eu não tinha meios com os quais eu poderia produzir filmes educativos (o veículo que poderia ser mais eficaz) na prevenção primária do uso de drogas ilícitas por jovens e crianças. Esses filmes educativos seriam justamente para ilustrar o “não” prejudicial imediato o qual falarei a seguir.

 

Essa ideia não veio como uma invenção, onde pensei que poderia criar de forma inovadora esses contos ou roteiros, mas tentando corrigir ou completar as formas de prevenção já existentes. Por mais que existam: filmes, peças teatrais ou desenhos animados; não encontrei nenhum, por mais bem intencionado que fosse, o qual conseguisse abordar esse momento da vida em que a droga é  oferecida e a pessoa tem de responder: “sim ou não”.

 

Esse filme deveria ser produzido de forma que parecesse uma situação verdadeira ou real. Gostaria que através da ficção fosse feita uma história que servisse como uma espécie de treinamento para quando o espectador tiver que lidar com essa situação.

 

Aliás, a primeira dificuldade é pensar que isso acontece desta forma: “sim ou não”. Como se um repórter televisivo o parasse na rua e perguntasse: “Você prefere a cor vermelha ou azul?” ou “Você gosta de chocolate? Sim ou não?”.

 

Na maioria das vezes, não é isso que acontece, um traficante não vai te parar na saída da escola, quando anda pela rua ou bater a sua porta quanto estiver assistindo TV para perguntar: “Você gostaria de comprar drogas? Sim ou não?” “Você aceitaria um papelote de cocaína como amostra grátis? Sim ou não?”. Nem mesmo de forma rude ou coercitiva: “Cheire essa carreira de cocaína senão vou te bater.” ou “Fume esse cachimbo de crack agora senão vou matar sua família”.

 

Não é assim que funciona, ninguém vem oferecer de forma que um simples “não” resolva o problema, a grande questão que influencia o “sim” da droga é o complexo contexto, a complexa situação que está circulando essa tomada de decisão, não é mesmo nem possível simplificar o enredo sem se afastar da realidade, esperando que ao apresentar situações como: “uma família problemática”, “uma pessoa muito tímida” ou “uma pessoa querendo se enturmar” seja a resposta para visualizarmos o real modo que ocorre, isso é muito simples, na realidade o contexto costuma ter mais emoções envolvidas, mais argumentos apresentados no momento e antecipadamente para convencer a essa aceitação da droga, pode ser tão difícil de dizer esse “não” que faz com que a aceitação seja praticamente obrigatória.

 

O vídeo educativo tentaria mostrar isso da forma que realmente costuma acontecer, de forma que faça o espectador se colocar no lugar do personagem na hora da decisão derradeira, mostrando o complexo contexto, o espectador conseguiria ver o quanto foi natural a forma com a qual o personagem é questionado, de uma forma que o “sim” vem quase que automaticamente, de forma que, só não é fácil como é extremamente, absolutamente difícil responder o “não”, o “não” tão importante que poderá ser a diferença na vida do personagem entre se tornar um empresário, professor, músico de sucesso ou se tornar um mendigo ou presidiário.

 

 

Na maioria das vezes, apenas o “não” é incapaz de resolver a questão e ele tem que vir acompanhado também de contexto e possivelmente de um “prejuízo” imediato, como a diminuição da  popularidade do questionado perante a “turma” ou até mesmo o afastamento de uma amizade pela qual o personagem estava inteiramente interessado, como a garota dos seus sonhos, o colega que é o mais popular do colégio e iria apresentar várias gatas ou o líder da banda que a pessoa estava interessadíssima em tocar.

 

Quase sempre esse “não” vai te trazer muito desconforto e um prejuízo imediato, isso vai doer. No entanto, essa dor, esse desconforto, esse prejuízo será altamente recompensado com uma vida livre, uma vida em que você não precise ficar pensando se o lugar para o qual você vai viajar vai ter drogas para você comprar, um pesadelo enfrentado pelo guitarrista Keith Richards da banda Rolling Stones quando precisava viajar ou sair em turnê.  Ao contrário, o desconfortável “não” atual vai se tornar recompensa futura que será uma vida de empresário, de cientista, de professor, de músico de sucesso ao invés de ser um mendigo ou presidiário, ambos escravos de traficantes, ambos que passam a vida preocupados com uma única coisa: “como vou conseguir mais?”

 

 

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Podem copiar e distribuir as ideias e textos aqui expostos livremente, mas citem a fonte e mantenham o nome do autor. Se puder enviar e-mail dizendo onde foi usado, também seria bom, pois eu ficaria muito feliz em saber que isso tudo está sendo útil para alguém.

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